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A Escola Estadual Professora Júlia Kubitscheck, o Colégio Estadual, entra em obras a partir de março, segundo previsão da diretora Sílvia Inês Coste Silva. A instituição recebeu uma verba de R$ 338 mil da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais para várias reformas em suas dependências e mais a construção da cantina dos alunos. Os recursos foram liberados por meio de um pedido pessoal do deputado estadual Domingos Sávio (PSDB) ao subsecretário de Educação, professor Gilberto José Rezende dos Santos. Sávio soube do projeto do Colégio Estadual por meio de seu amigo José Orlando Pereira, o Tuta, médico e membro do PR (Partido da República) de Passos. Segundo Tuta, o mérito da conquista dos recursos cabe à diretora Sílvia Inês, responsável pela planilha de custos. “E a gente fica muito contente de saber que essa verba de R$ 338 mil vai ajudar a melhorar as condições para as pessoas que trabalham nesta escola, como os professores, os serventes, os secretários e, principalmente, dar mais conforto para os estudantes”, disse o médico, observando que esse é o maior volume de dinheiro liberado pelo Estado para uma escola da região. Com os R$ 338 mil já garantidos numa conta da escola, a diretora Sílvia Inês só espera o início da licitação para contratar a execução das obras. “Nós já formamos a comissão que vai organizar o processo licitatório, que esperamos começar em 1º de fevereiro, para que possamos realizar a obra a partir de março”, disse, contando que os principais projetos são a substituição das instalações hidráulica e elétrica, a construção da cantina e diversas reformas.
O deputado Domingos Sávio explica que tomou conhecimento da reivindicação do Colégio Estadual e que, pessoalmente, discutiu a liberação do dinheiro com o subsecretário de Educação, Gilberto dos Santos. “Levei a cópia da planilha de custos e a mostrei para ele que uma escola com mais de 2 mil alunos, com a história que tem a Escola Estadual Professora Júlia Kubitscheck, não poderia, em hipótese alguma, continuar com esse sacrifício de não ter um lugar adequado para os alunos terem o momento do lanche e, além do mais, uma parte elétrica em más condições é um risco muito grande”, justifica Sávio por que intermediou a liberação do dinheiro, que ocorreu poucos dias depois.
Essa será a segunda grande reforma do Colégio Estadual num período de quase 30 anos. No início dos anos 80, a escola passou por uma reforma geral, sendo que seus alunos foram transferidos provisoriamente para as instalações do Colégio de Passos – já extinto. De acordo com a diretora, o projeto prevê as trocas de toda a instalação elétrica e hidráulica, dos pisos do pátio e da quadra esportiva coberta, das portas de madeira, que foram corroídas por cupins, e será construída a cantina – a existente é praticamente improvisada há décadas, segundo Sílvia Inês.
Essa será a segunda grande reforma do Colégio Estadual num período de quase 30 anos. No início dos anos 80, a escola passou por uma reforma geral, sendo que seus alunos foram transferidos provisoriamente para as instalações do Colégio de Passos – já extinto. De acordo com a diretora, o projeto prevê as trocas de toda a instalação elétrica e hidráulica, dos pisos do pátio e da quadra esportiva coberta, das portas de madeira, que foram corroídas por cupins, e será construída a cantina – a existente é praticamente improvisada há décadas, segundo Sílvia Inês.
A diretora observa também que a obra será executada com todo o cuidado para não ocorrer descaracterização da arquitetura do Colégio Estadual. A instituição tem hoje 2,1 mil alunos dos níveis fundamental e médio de ensino. ( Fonte : Jornalista Enio Modesto editado )
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